terça-feira, 13 de agosto de 2013

CUIDADO COM A CURIOSIDADE


A curiosidade é uma característica natural do ser humano, é na infância que esta característica se manifesta de maneira mais acentuada. Toda criança nos seus primeiros anos de vida é excessivamente curiosa. Quer conhecer o mundo, dominar sua linguagem e o significado das coisas. Ela pergunta, observa e toca em tudo. Isto representa o desenvolvimento normal e é fonte de aquisição de conhecimento de seu processo de crescimento. E neste processo ela necessita ser bem orientada.
A curiosidade continua no adulto, faz parte de sua busca constante de conhecimento, embora de forma diferente da criança, é também fator de crescimento e de progresso.

A curiosidade do questionamento, na busca do saber é saudável, no entanto, a curiosidade que leva a uma ação inconseqüente e despreparada pode ser fator potencial de acidentes.
Permanecer em áreas agressivas sem necessidade de serviços, operar um equipamento sem conhecimento, manipular produtos sem o conhecimento de suas propriedades químicas e físicas, etc.,  são exemplos de curiosidade crítica e que podem terminar mal.

Em ambiente Industrial, cada ação a ser desenvolvida deve ser analisada e pensada, o empregado deve ter pleno  conhecimento do que faz e como fazer.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

MEC RECEBE MAIS DE 240 MIL INSCRIÇÕES PARA O SISUTEC


Técnico em segurança do trabalho é a formação mais procurada pelos candidatos inscritos no Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec). Segundo balanço dessa sexta-feira (9) do Ministério da Educação, foram 57,5 mil inscrições para 13,4 mil vagas, o que equivale a uma concorrência de 4,3 candidatos por vaga.
O curso é um dos 117 oferecidos pelo Sisutec. No total, são 239,8 mil vagas, todas gratuitas, distribuídas em 585 instituições pelo Brasil.

Os técnicos em segurança do trabalho estão aptos a desenvolver atividades educativas na área de saúde e segurança do trabalho, a orientar o uso de equipamentos de proteção, a investigar e a analisar acidentes e recomendar medidas de segurança. Estudo feito pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que o salário inicial médio da profissão é R$ 2.080. Em dez anos de experiência, sobe para R$ 4.251. Os dados são referentes ao período de 2010 a 2012 e foram divulgados neste ano.
Fonte: www.vermelho.org.br

CONSTRUÇÃO É SETOR QUE REGISTRA MAIS ACIDENTES DO TRABALHO


O setor da construção civil continua sendo líder de registros de acidentes e mortes no trabalho na região de Sorocaba (SP). Legislação ou equipamentos que garantem a segurança no trabalho não faltam. O problema é como conscientizar os trabalhadores sobre a importância de se proteger e exigir das empresas uma fiscalização mais efetiva nos canteiros de obras.

Muitas vezes os funcionários trabalham nas alturas, pendurados ou sob toneladas de concreto. Os riscos podem ser vistos a todo o momento e para evitar acidentes, a solução é uma só: precaução. O uso dos equipamentos de proteção individual é obrigatório. "Os principais são as luvas de proteção e as botas. Tem as botas de couro e de borracha. Tem os vários tipos de protetores auriculares, os óculos de proteção, capacete e o cinto de segurança que é um dos fundamentais" elencou o engenheiro de segurança do trabalho Marcos Fialho.

Além deles, existem ainda os equipamentos de proteção coletiva, como por exemplo as grades colocadas em volta dos andares em construção para evitar quedas dos trabalhadores em geral. Tudo tem como objetivo diminuir os riscos de acidentes nas obras. Também é fundamental que os trabalhadores se mantenham atentos aos riscos. Por isso, o ideal é que todos os dias os técnicos de segurança da obra se reúnam com a equipe para que os funcionários relembrem os perigos da atividade.

O ideal muitas vezes está longe de ser visto na prática. Não é raro encontrar trabalhadores sem os equipamentos de proteção. Não é raro ver funcionários se arriscando nas obras. Em um prédio, funcionários se equilibram para fazer a pintura. Em outra obra, os trabalhadores estão sem luvas e capacetes. Eles sobem escadas e se arriscam na beirada da construção sem nenhum equipamento de proteção. "Tem a corda e tem o cinto, mas eles não estão pondo porque ali é coisa pouca. Não tem o que cair na cabeça da gente. Usa capacete quando tem que por trilho, coisa pesada", afirmou Edmilson dos Santos, mestre de obras.

Os acidentes mais comuns que levam a morte na construção civil são: queda, choque elétrico e soterramento. O Centro de Referencia em Saúde do Trabalhador de Sorocaba (Cerest), informou que no ano passado, foram registradas 18 mortes na cidade decorrentes de acidentes de trabalho. Destas, 7 foram na área da construção civil. Este ano foram, oito mortes por acidente de trabalho, sendo quatro na construção civil.

O diretor regional do Sindicato da Construção Civil em Sorocaba fala sobre a importância da conscientização das empresas e também dos trabalhadores. "Esse é um problema cultural. De maneira geral, os trabalhadores nunca tiveram acesso a todos os EPIs que existem e não se conscientizaram da necessidade de utilização de todos os equipamentos disponíveis. Ás vezes as empresas disponibilizam e não fiscalizam. Com isso há uma acomodação dos funcionários", comenta o diretor do Sinduscon de Sorocaba, Elias Stefan Júnior.

A Gerência Regional do Trabalho e Emprego do Ministerio do Trabalho recebe, em média, 15 denúncias por mês de irregularidades na construção civil. A maioria delas relacionada à falta de registro em carteira e falta de fornecimento e uso de equipamentos de proteção. Como o quadro de funcionários não é grande, a fiscalização é feita somente por meio de denuncias.
Fonte: G1


sexta-feira, 9 de agosto de 2013

UM AMBIENTE LIMPO É UM AMBIENTE SEGURO


Todos nós já ouvimos alguma vez que um ambiente limpo é um ambiente seguro. Mas como podemos manter nosso ambiente de trabalho limpo e seguro?

É só uma questão de um pouco de atenção com a arrumação, com cada um de nós fazendo sua parte. Uma faxina geral é uma boa idéia. Todo ambiente ou mesmo nossa casa precisa de uma faxina geral ocasionalmente, entretanto a “arrumação, ordenação, limpeza, asseio e disciplina” é mais que isso.

5 S significa limpeza e ordem: um lugar para cada coisa e cada coisa em seu lugar. Significa também recolher e limpar tudo depois de cada tarefa. Se uma tarefa provocar muita desordem, tente manter a mesma a nível mínimo, tomando um pouco mais cuidado.

Lixo e óleo incendeiam facilmente. Um incêndio é ruim para a empresa e para nós. O óleo que derramou no chão tinha um papel a cumprir na máquina. O chão é apenas mais uma fonte de risco. Cubra o óleo derramado com material absorvente ou tente coletar quando houver possibilidade para seu reaproveitamento. Com isto você poderá evitar que alguém tenha um tombo.

Observe onde você deixa ferramentas ou materiais. Nunca os coloque num chassi de máquina ou numa peça móvel da máquina. Nunca empilhe coisa em cima de armários. Observe os espaços sob as bancas e escadas, não deixando refugos e entulhos.

Mantenha portas e corredores livres de obstrução para serem acessados em caso de emergência. O verdadeiro segredo de um ambiente limpo e seguro é nunca deixar para depois o trabalho de limpeza, e arrumação, fazendo-o imediatamente enquanto há pouco trabalho. Vá fazendo a limpeza e a coleta de coisas espalhadas quando concluir uma tarefa ou quando seu turno estiver terminando.  

Lembre-se que a segurança depende de você!      

 

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

REVESTIMENTO ACÚSTICO


Utilizar o revestimento acústico (material, em geral, esponjoso, que reveste as paredes) sem uma análise técnica adequada pode ser apenas um alto investimento com baixo retorno. Isto ocorre porque em cada ambiente de trabalho temos um determinado perfil de frequências de ruído, ou seja, podemos ter máquinas e processos com ruídos mais graves ou mais agudos.
E daí?
O problema é que o revestimento acústico possui características específicas de absorção, tendo sua eficiência de atenuação relacionada ao perfil de frequências do ambiente aonde será utilizado, do tipo de material do revestimento, da forma deste revestimento e de sua espessura.
 
No entanto, além destes critérios, temos que pensar em outros parâmetros como a questão estética, influência da retenção de poeiras, etc. Com isso, o ideal é iniciar as atividades realizando uma avaliação com um medidor de nível de pressão sonora com analisador de frequências, para definir qual o revestimento mais indicado para o seu ambiente de trabalho.

Fonte: Jornal Segurito